
A sucessão do ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), que se aposentará ainda neste ano, intensificou a movimentação política e jurídica em Brasília. O nome do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, desponta como o favorito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a vaga, mas enfrenta uma forte articulação pró-Rodrigo Pacheco (PSD-MG), atual presidente do Senado.
O senador mineiro conta com o apoio de ministros influentes do STF, entre eles Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino, além da simpatia de Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O movimento ganhou força no segundo semestre de 2025, com a aproximação do fim do mandato de Barroso na presidência da Corte e o aumento das especulações sobre sua aposentadoria.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), é um dos principais articuladores da candidatura de Pacheco, buscando consolidar apoio político dentro e fora do Congresso.
Na noite desta terça-feira (14), Lula recebeu no Palácio da Alvorada os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em um encontro reservado que teve como pauta central a definição do sucessor de Barroso.
A escolha de Lula deverá considerar tanto critérios técnicos e jurídicos, quanto o impacto político da decisão que pode redefinir o equilíbrio de forças dentro do Supremo e na relação entre os Poderes em 2026.
Reprodução: Rede Social
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