
A reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sandra Goulart Almeida, passou a ser avaliada internamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT) como um possível nome para a disputa ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A movimentação ocorre diante da possibilidade de o senador Rodrigo Pacheco (PSD) manter a decisão de não concorrer ao Palácio Tiradentes no palanque liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A defesa do nome de Sandra tem sido feita por quadros do partido e conta com o aval da presidente do PT em Minas, deputada estadual Leninha. “Estamos em tratativas com alguns nomes importantes no cenário de Minas e um deles, de fato, é a nossa reitora”, afirmou a parlamentar.
Sandra Goulart Almeida está à frente da UFMG desde 2018, quando foi eleita pela primeira vez, e foi reconduzida ao cargo em 2022, para um segundo mandato que se encerra em março deste ano. Nos bastidores, interlocutores petistas apontam que o interesse no nome da reitora se deve ao seu perfil técnico, histórico acadêmico e capacidade de gestão, à frente de uma das mais importantes universidades públicas do país.
Entre os fatores que pesam a favor de uma eventual candidatura estão a administração da UFMG e a liderança da instituição em pesquisas voltadas ao desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, o que projetou ainda mais o nome da reitora nacionalmente. “Sendo candidata, será uma mulher de envergadura, com ótima biografia e capacidade de gestão”, avaliou uma fonte ligada ao partido.
Segundo relatos obtidos pela imprensa, Sandra é bem avaliada no campo progressista e aparece como uma possível novidade eleitoral, já que nunca exerceu mandato político, o que pode ser visto como um diferencial em um cenário marcado por desgaste da classe política tradicional.
Reprodução: Rede Social


















