
Há 31 dias sem respostas, família convoca sociedade e imprensa para cobrar esclarecimentos sobre desaparecimento de Daiane Alves de Souza
Familiares e amigos de Daiane Alves de Souza, de 43 anos, natural de Uberlândia (MG) e residente em Caldas Novas (GO) há cerca de dois anos, convocam a sociedade civil e os veículos de comunicação para acompanhar uma manifestação pacífica neste sábado, 17 de janeiro, a partir das 16h, na Praça Tubal Vilela, no centro de Uberlândia.
A mobilização marca 31 dias do desaparecimento de Daiane, ocorrido em Caldas Novas, sem que a família tenha recebido respostas concretas das autoridades responsáveis pela investigação. O ato busca manter o caso em evidência, ampliar a cobrança institucional e reforçar o pedido por transparência, agilidade e esclarecimentos por parte da Polícia Civil de Goiás (PC-GO).
Segundo os familiares, mesmo após mais de um mês, não houve comunicação oficial capaz de esclarecer o andamento das apurações, o que tem intensificado o sofrimento, a angústia e a sensação de abandono vivenciada por parentes e amigos. A presença da imprensa é considerada fundamental para garantir o direito à informação, dar visibilidade ao caso e contribuir para o avanço das investigações.
A manifestação será pacífica e tem como objetivo mobilizar a opinião pública para que o desaparecimento de Daiane não caia no esquecimento, fortalecendo o apelo coletivo por respostas e justiça.
Relembre o caso
A Polícia Civil de Goiás investiga o desaparecimento suspeito de Daiane Alves de Souza, conforme o Registro de Atendimento Integrado nº 45143502. Daiane mora sozinha em um apartamento no Condomínio Ametista, no setor Termal, em Caldas Novas.
Ela foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025, por volta das 18h53. O desaparecimento foi comunicado oficialmente no dia seguinte, após familiares perceberem a interrupção repentina de contato, algo incomum em sua rotina. Desde então, o telefone celular permanece desligado ou fora de área.
No apartamento, foram encontrados pertences pessoais, sem sinais aparentes de arrombamento ou desordem. O veículo de Daiane estava em uma oficina mecânica. Corretora autônoma, ela é mãe de uma adolescente de 17 anos, com quem mantinha contato frequente, interrompido desde o desaparecimento. Em Caldas Novas, também atuava como corretora para familiares e outras pessoas.
O caso segue sob investigação e é tratado como desaparecimento suspeito. A família reforça o pedido por respostas e justiça e solicita que qualquer informação que possa contribuir com as investigações seja repassada à Polícia Militar (190), à Polícia Civil ou de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.




















