
Diagnosticado com autismo severo aos 2 anos e meio, Rafael, um menino de Timbó (SC), tinha um futuro incerto. Na época, médicos chegaram a afirmar que não sabiam se ele algum dia conseguiria falar. Mas o que parecia um limite acabou se transformando em um exemplo extraordinário de superação e potencial humano.
Por meio do hiperfoco característica comum no Transtorno do Espectro Autista (TEA) e do uso de um tablet com vídeos e jogos educativos, Rafael deu seus primeiros passos na comunicação. O que surpreendeu a família e especialistas foi que suas primeiras palavras não surgiram em português, mas em inglês, idioma que ele aprendeu sozinho.
O progresso não parou por aí. Aos 7 anos, Rafael já dominava nove idiomas, entre eles russo, japonês, alemão e até a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Um feito raro e inspirador, que ganhou repercussão nacional e internacional.
A história do menino catarinense, amplamente documentada por veículos como BBC News Brasil, G1 e Record (no programa Domingo Espetacular), tem sido compartilhada pela mãe, Juli Lanser Mayer, que se tornou uma voz ativa na conscientização sobre o autismo. Ela usa as redes sociais para mostrar a evolução do filho e reforçar a importância do acolhimento às crianças neurodivergentes.
O caso de Rafael demonstra que o diagnóstico não determina limites. Com estímulo, apoio e compreensão das particularidades de cada criança, desafios podem ser transformados em oportunidades. Hoje, ele é símbolo de esperança e prova viva do potencial infinito presente na neurodiversidade.
Reprodução: Rede Social




















