Caso da Mala: Polícia revela que corpo foi guardado em geladeira antes de esquartejamento em Porto Alegre
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul divulgou, nesta terça-feira (16/9), novos detalhes do chamado “caso da mala”, que tem como principal suspeito o publicitário Ricardo Jardim, 65 anos.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul divulgou, nesta terça-feira (16/9), novos detalhes do chamado “caso da mala”, que tem como principal suspeito o publicitário Ricardo Jardim, 65 anos. Preso desde 4 de setembro, ele é acusado de assass1nar e esqu4rtejar a companheira, Brasília Costa, também de 65 anos, espalhando partes do corpo por diferentes pontos de Porto Alegre.
Segundo o delegado Mário Souza, diretor do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ricardo manteve o corpo da vítima dentro de uma geladeira da pousada onde estavam hospedados antes de iniciar o desmembramento.
As investigações apontam que o crime foi minuciosamente planejado. O suspeito comprou serra, luvas, sacos plásticos, fita adesiva e a mala utilizada para transportar o tronco até o setor de guarda-volumes da rodoviária, no dia 20 de agosto. Todo o material foi pago em dinheiro para dificultar o rastreamento.
Além disso, Ricardo teria criado perfis falsos em redes sociais e usado três celulares para acompanhar a cobertura da imprensa. No histórico de buscas, os policiais encontraram consultas sobre digitais, DNA e métodos de esqu4rtejamento. Há ainda indícios de que ele teria aprendido técnicas macabras com um ex-colega de cela, apelidado de “esqu4rtejador”.
O passado criminal do publicitário também chama atenção. Em 2018, ele foi condenado a 28 anos de prisão por matar e concretar a própria mãe. No entanto, em janeiro de 2024, conseguiu progressão para o regime semiaberto. Sem tornozeleira eletrônica por falta de equipamentos, ficou foragido meses depois, até ser preso pelo assassinato de Brasília.
A polícia ainda não definiu a causa da morte e aguarda exames laboratoriais para saber se a vítima foi dopada. O laudo inicial indica que o esquartejamento ocorreu após a execução. O crânio da vítima segue desaparecido, e as buscas continuam para complementar a perícia.
De acordo com os investigadores, Ricardo tentava “plantar provas falsas” e criava narrativas confusas, misturando fatos reais com invenções, em uma tentativa de despistar a polícia.
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