30 de Junho, 2025 12h06mSaúde

Frutal registra queda no índice de infestação do Aedes aegypti, mas alerta permanece

O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti no município caiu para 2,2%, de acordo com o mais recente Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado em maio deste ano pelo Núcleo de Controle de Endemias.

O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti no município caiu para 2,2%, de acordo com o mais recente Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado em maio deste ano pelo Núcleo de Controle de Endemias. Apesar da queda em relação aos 5,2% registrados em janeiro, o alerta continua: os focos do mosquito continuam sendo encontrados dentro dos próprios imóveis.

Durante o levantamento, os agentes de endemias visitaram 1.448 imóveis, dos quais 32 apresentaram focos do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. Os criadouros mais comuns foram identificados em locais inadequados, como bebedouros de animais e vasos de plantas, ou seja, pontos muito próximos à rotina dos moradores.

“E não é por falta de orientação, de falar, de avisar, nossos agentes estão todos os dias fazendo visitas domiciliares, pedindo aos moradores que eliminem objetos que possam se tornar criadouros do mosquito da dengue”, afirmou Jovino Adriano, coordenador do Núcleo de Endemias.

Os bairros com maiores índices de infestação foram o Parque das Acácias, Jardim das Laranjeiras, Ipê Amarelo, Nossa Senhora Aparecida e Centro, sendo os três últimos reincidentes, ou seja, já haviam apresentado focos em levantamentos anteriores.

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A redução do índice é atribuída tanto às ações intensivas da Prefeitura e da Secretaria de Saúde, como também às condições climáticas. O trabalho inclui uso de fumacê, drones de monitoramento, bloqueios com bombas costais nas áreas com notificações, além de visitas constantes dos agentes às residências.

A tendência de queda também é percebida nos casos suspeitos e positivos de dengue, segundo o Boletim Epidemiológico das Arboviroses divulgado pela Secretaria de Saúde no dia 25 de junho.

Apesar dos números mais baixos, o coordenador alerta para o risco de complacência. “Não é porque o índice de infestação diminuiu que a população deve se acomodar, a dengue é o ano todo, o ovo do Aedes está em algum recipiente ressecado, com as chuvas esporádicas ele pode eclodir a qualquer momento e em sete dias teremos o mosquito voando, com a elevação da temperatura poderemos ter novas infestações da doença", ressaltou Jovino.

A Prefeitura reforça o apelo para que cada cidadão faça sua parte no combate ao mosquito, eliminando focos de água parada e adotando práticas preventivas em casa e no trabalho.

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