Eleições 2024: Processo contra Bruno e Jerry foi rejeitado pela PGE em Brasília

O prefeito de Frutal, Bruno Augusto, voltou a comentar nesta quinta-feira, 1º de outubro, o processo eleitoral relacionado às eleições municipais de 2024, que envolve pedidos de cassação do mandato e de inelegibilidade dele e do vice-prefeito Jerry.
Ele afirmou que as ações tiveram origem em denúncias apresentadas por adversários políticos durante o período eleitoral. Segundo o prefeito, os questionamentos envolviam obras de saneamento, eventos e ações públicas que contaram com apoio da Prefeitura Municipal, entre outros fatos.
De acordo com Bruno, entre os pedidos apresentados à Justiça Eleitoral estavam a cassação do mandato e a declaração de inelegibilidade por oito anos.
O prefeito afirmou ainda que, na primeira instância, em Frutal, os pedidos foram rejeitados. Posteriormente, segundo o relato, o caso chegou ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), onde a decisão também teria sido mantida pela maioria dos votos.
Agora, com o processo em Brasília, Bruno Augusto destacou uma nova manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). Segundo o prefeito, o órgão se posicionou pela rejeição dos pedidos, defendendo a preservação do resultado manifestado nas urnas.
Em sua fala, Bruno afirmou que considera a manifestação mais um capítulo favorável à sua defesa e declarou que, em sua avaliação, o resultado das eleições de 2024 foi legítimo e respeitou a legislação eleitoral.
O prefeito também criticou a atuação de seus adversários e afirmou ter enfrentado o que classificou como perseguição política durante o processo. Essas declarações, assim como as alegações apresentadas na ação, fazem parte do contexto de uma disputa judicial que deve ser analisada a partir dos documentos e decisões oficiais do processo.
O Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza consulta pública a processos, decisões e dados das eleições. A candidatura de Bruno Augusto para prefeito de Frutal em 2024 consta como deferida e eleito, no cadastro eleitoral.
O caso segue em Brasília, e a manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral representa mais uma etapa da tramitação judicial relacionada às eleições municipais de 2024.





