
A Corregedoria da Polícia Militar apreendeu mais de R$ 1 milhão em dinheiro vivo na casa de um dos PMs presos durante operação realizada nesta quarta-feira (4/2). O policial, cujo nome não foi divulgado, é suspeito de atuar na segurança pessoal de Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, dono da Transwolff — empresa de transportes investigada por possível ligação com o PCC.
No imóvel, os investigadores encontraram R$ 1.180.000 em espécie.
Ao todo, três policiais militares foram detidos, suspeitos de integrar um esquema de segurança particular para Pandora e para Cícero de Oliveira, o Té, apontado como representante legal da Transwolff. Entre os presos está o capitão Alexandre Paulino Vieira, comandante da Assessoria Militar da Câmara Municipal de São Paulo e ex-ajudante de ordens de Milton Leite (União Brasil).
A Câmara informou, em nota, que Vieira atua na assessoria da PM desde 2014, passando por cinco gestões. Os outros dois policiais detidos nunca trabalharam na Casa.
A defesa do capitão não foi localizada até o momento.
A Corregedoria afirma que os serviços de segurança ocorreram entre 2020 e 2024, período investigado pela Operação Fim da Linha, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), Polícia Militar, Cade e Receita Federal.
Na ação desta quarta-feira, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária contra os militares.
➡️ Caso segue em investigação.

















