
Um colégio particular localizado no bairro Mercês, em Uberaba, foi interditado nesta sexta-feira (22) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio do Procon-MG. Pais e responsáveis foram informados pela própria direção sobre o encerramento antecipado das aulas, inicialmente atribuído a um “treinamento com os funcionários”, com reposição futura das atividades. A interdição, porém, foi confirmada por cartaz fixado na entrada da instituição.
O caso ganhou repercussão após denúncias de uma professora, reveladas pelo Jornal da Manhã no último dia 10, sobre supostas irregularidades estruturais, assédio moral contra alunos e descumprimento de direitos trabalhistas. Em resposta, o Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu inquérito para apurar as condições da escola.
O Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro) relatou ter recebido ao menos nove queixas contra a instituição. Em nota oficial, a direção do colégio negou todas as acusações.
Após a interdição, o presidente do Sinpro, Marcos Mariano, afirmou que a escola não respondeu às tentativas de diálogo e que já houve bloqueio de contas e penhora de valores em ações judiciais movidas por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho.
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