28 de Janeiro, 2026 11h01mCrime

Morador de Planura é condenado a mais de 31 anos de prisão por latrocínio em Barretos

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Leonardo Silva, de 21 anos, morador de Planura, a 31 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver.

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Leonardo Silva, de 21 anos, morador de Planura, a 31 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver. A sentença foi proferida na segunda-feira (26) pelo juiz Luciano de Oliveira Silva, da 2ª Vara Criminal.

Leonardo era acusado de matar Nilza Maria Aparecida Costa Pingoud, de 62 anos, e ocultar o corpo no quintal da residência da vítima, localizada na Rua L-6, no bairro Los Angeles, em Barretos. Além da pena privativa de liberdade, o réu também foi condenado ao pagamento de 30 dias-multa.

De acordo com a decisão judicial, o crime foi praticado contra uma vítima idosa e envolveu a ocultação do corpo com o uso de materiais de construção, o que evidenciou a gravidade dos fatos. O magistrado destacou ainda a periculosidade social do réu, o clamor social gerado pelo crime e o risco de fuga, já que Leonardo teria tentado deixar o estado após o homicídio. Por esses motivos, foi mantida a prisão preventiva.

“Trata-se de delito de latrocínio praticado contra vítima idosa, seguido de ocultação de cadáver mediante o uso de materiais de construção, condutas que geram profundo clamor social e insegurança jurídica na comunidade local”, afirmou o juiz em trecho da sentença.

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Conforme os autos, Leonardo confessou o crime. A vítima havia acolhido o jovem anteriormente em sua residência. O corpo de Nilza foi localizado cerca de uma semana após o crime, depois que vizinhos estranharam seu desaparecimento e acionaram a polícia.

O réu foi preso em 3 de agosto de 2023. À época dos fatos, ocorridos em 24 de julho de 2023, Leonardo tinha 18 anos.

A defesa, representada pelo advogado Luiz Gustavo Vicente Penna, informou que recorreu da decisão. Em nota, afirmou não concordar com os termos da sentença e que já ingressou com recurso junto ao tribunal competente.

Reprodução: Rede Social

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