“Casos de dengue e de Chikungunya estão caindo, mas a população não pode baixar a guarda”, adverte Endemias
Frutal assim como a maioria das cidades brasileiras atravessou um período crítico de março a junho deste ano em relação ao aumento dos casos de dengue, mas, principalmente, de Chikungunya, o que não havia sido constatado em anos anteriores. Co
Frutal assim como a maioria das cidades brasileiras atravessou um período crítico de março a junho deste ano em relação ao aumento dos casos de dengue, mas, principalmente, de Chikungunya, o que não havia sido constatado em anos anteriores.
Como já era de se esperar, devido ao período sazonal da doença e o trabalho este ano de limpeza por parte dos mutirões da Prefeitura, o número de notificações no município vem caindo consideravelmente de junho até agora.
De acordo com dados da Vigilância Epidemiológica do município, de janeiro a maio deste ano, o município teve 4.611 notificações de dengue e 945 casos notificados de Chikungunya. Porém, nas duas primeiras semanas de julho, foram 56 registros de dengue e apenas 03 de Chikungunya.
Conforme destaca a responsável técnica da Epidemiologia, Ana Catarina Silva Oliveira Clemente, a diminuição dos casos está relacionada às condições climáticas, já são doenças sazonais típicas de temperatura quente e úmida, à diminuição do acúmulo de água que ocorre principalmente no período chuvoso e ao trabalho incessante de eliminação de criadouros do mosquito dentro de casa.
A enfermeira alerta ainda para os cuidados em relação aos primeiros sintomas das doenças que são febre alta, dores de cabeça e no corpo, manchas avermelhadas na pele e que podem durar de 02 a 07 dias. “São doenças que podem se agravar, no caso da Chikungunya as dores crônicas podem durar de 02 meses a anos. “Por isso, é fundamental procurar imediatamente uma Unidade de Saúde e, dependendo da gravidade, o paciente será encaminhado para atendimento hospitalar”, lembra Ana Catarina.
Já o coordenador do Núcleo de Endemias, Jovino Adriano, destaca que não é porque os números de dengue e Chikungunya estão em queda que a população deve se acomodar. “Pelo contrário, temos que nos preocupar e evitar novas epidemias porque o Aedes depositou seus ovos em algum local, eles estão ressecados aguardando somente o período de chuvas no início do ano para começar novamente a infestação das doenças”, alerta.
Por Assessoria de Comunicação da SMS
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