
Segundo apurado, merendeiras informaram que o produto chega às cozinhas em condições que dificultam o preparo, exigindo um trabalho prolongado para retirar as partes inadequadas ao consumo. Em alguns casos, a perda de carne após a limpeza variaria entre 35% e 45%, reduzindo significativamente o volume disponível para servir aos estudantes.
Outro ponto que tem gerado insatisfação entre equipes escolares e famílias é a repetição de ovos como única alternativa de proteína nos dias em que não há carne disponível. A prática, segundo relatos, tem se tornado frequente e motivado questionamentos sobre a variedade e o equilíbrio nutricional das refeições oferecidas.
As queixas reforçam a preocupação de profissionais e responsáveis sobre a qualidade dos alimentos destinados aos alunos, especialmente em um contexto em que a merenda escolar representa, para muitas crianças, uma das principais refeições do dia. As demandas agora devem ser encaminhadas à administração municipal para avaliação e possíveis providências.




















